|
Shalom amigos,
Sete semanas após a segunda noite da Páscoa, no sexto dia do mês hebraico de Sivan, nós celebramos o Shavuot – um dos três festivais da peregrinação bíblica.
Essas sete semanas representam o tempo transcorrido entre a Páscoa e o Shavuot; entre o êxodo dos israelitas de sua escravização pelos egípcios, e o tempo que a Torá lhes foi dada no Monte Sinai quando tornaram-se uma nação comprometida em servir a Deus.
Essas sete semanas também estão relacionadas ao período de colheita dos grãos em Israel. Na antiga Israel, esse período começava com a colheita da cevada durante a Páscoa e terminava com a colheita do trigo durante o Shavuot.
Na época do Templo de Jerusalém, o povo trazia seus primeiros frutos, chamados de Bicurim, para os sacerdotes (כֹּהֵן, Cohen) do templo durante esse feriado. Era um evento festivo e alegre, acompanhado por música, dança e celebrações. Os Bicurim eram os primeiros produtos das Sete Espécies, pelas quais a Terra de Israel era louvada:
אֶרֶץ חִטָּה וּשְׂעֹרָה, וְגֶפֶן וּתְאֵנָה וְרִמּוֹן; אֶרֶץ-זֵית שֶׁמֶן, וּדְבָשׁ (דְּבָרִים ח', ח')
terra de trigo e cevada, videiras e figueiras e romãzeiras, azeite de oliva e mel (Deuteronômio 8:8)
Na Israel moderna, os kibutzim e os moshavim restabeleceram cerimônias baseadas nos antigos festivais Bicurim. Nas cerimônias de hoje, corais cantam canções em hebraico relacionadas ao feriado. Além disso, frutas, vegetais e bezerros, produtos industriais, e até mesmo bebês são apresentados à multidão.
חַג שָׁבוּעוֹת שָׂמֵחַ!
Xag Shavu’ot Sameax!
Feliz Shavu’ot!
שירה כהן-רגב
Shira Cohen-Regev
|